O que a sua empresa pode melhor absorver do home office?

O home office sofreu um crescimento acelerado nos últimos meses, devido à pandemia do novo coronavírus. Mas o fato é que essa modalidade de trabalho já era uma tendência e acabou se concretizando antes do previsto.

Apesar das empresas terem de se adaptar rapidamente a essa nova realidade, ela acabou trazendo mudanças positivas e ampliando a capacidade de trabalho das empresas e das pessoas.

Por isso, neste artigo, vamos falar um pouco sobre o home office e o que as empresas podem aprender de positivo com esse modelo de trabalho.

Como funciona o home office?

Quem atua com home office, trabalha em casa ou em espaços alternativos, com cafés e coworking. É uma modalidade comum com entre freelancers, autônomos ou empresas que adotam esse modelo, como no caso de muitas atualmente.

É uma boa escolha para quem está começando o próprio negócio e não quer usar a fórmula tradicional de trabalho. A vantagem é que essa opção traz muitas vantagens, como:

  • Independência;
  • Menos estresse;
  • Alimentação mais saudável;
  • Liberdade profissional;
  • Qualidade de vida;
  • Mais economia para a empresa.

Mesmo em meio a tantos benefícios, algumas empresas enfrentam seus desafios, afinal, boa parte delas ainda está se adaptando. E é isso o que trará muitos aprendizados para as organizações.

Aprendizados positivos do home office

Tantos desafios frente à essa nova realidade, trouxeram muitos aprendizados para as organizações. Por exemplo, se antes elas podiam contar com salas para treinamento, hoje não é mais necessário, por conta do distanciamento social.

No entanto, podem fazer suas atividades de maneira remota, usando alguns softwares que, inclusive, são encontrados gratuitamente. Mas dentre os pontos positivos que podem ser absorvidos estão:

1 – Fluidez na comunicação

A comunicação é algo importante para qualquer empresa, por diversos motivos, tais como:

  • Alinhar as equipes;
  • Organizar o fluxo de trabalho;
  • Atingir metas e objetivos;
  • Garantir a qualidade dos processos.

Só que para conseguir mais fluidez, é importante se atentar a alguns pontos necessários para qualquer organização, desde aquelas que fabricam equipamentos para impressão de fotos digitais, até os mais variados tipos. Por isso é importante:

Criar uma rotina de diálogo

A empresa deve garantir que nenhum colaborador se sinta excluído ou sozinho. 

É necessário desenvolver um planejamento de ações para manter essa proximidade, para uma comunicação constante e natural.

Uma rotina de reuniões é uma boa dica, e elas devem ser feitas com uma periodicidade mais próxima possível das que eram feitas pessoalmente.

2 – Suporte sempre disponível

Assim como o home office é uma novidade para algumas empresas, também é uma novidade para os colaboradores. Por isso, é natural que ele precisem de suporte mais vezes do que o normal.

Eles não poderão contar com recursos como equipamentos de telão home theater, infraestrutura de apoio ou outras disposições que as organizações costumam oferecer. 

Tudo isso será adaptado a um novo formato, estando cada funcionário em um local diferente, neste caso, em suas respectivas residências.

O suporte também pode ser feito à distância, e para isso, a empresa pode optar pelos feedbacks constantes e criar um canal de comunicação exclusivo para ajudar os colaboradores.

Conclusão

Adotar essas estratégias é uma ação muito positiva para as empresas, pois elas podem continuar produzindo, sem colocar em risco a saúde de todos os seus profissionais.

Além disso, a experiência com o modelo de trabalho home office vai expandir a capacidade de organização da empresa, oferecer a ela uma modalidade mais econômica e torná-la mais resiliente frente eventuais desafios.

É uma forma de estar preparado para essas situações e ter a oportunidade de oferecer maturidade e crescimento aos colaboradores, que também estão descobrindo capacidades que não conheciam.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Investimento em mídia online, descubra por onde começar

O investimento em mídia online cresceu muito nos últimos anos, devido ao avanço da internet e a mudança de comportamento das pessoas (que buscam por produtos e serviços em ambientes digitais).

Caracteriza-se como mídia online qualquer espaço publicitário, site ou veículo de comunicação na internet, que oferece a oportunidade de divulgação de produtos ou serviços para empreendimentos.

Desse modo, assim como ocorre nos meios tradicionais, como um papel timbrado empresa, jornais, revistas ou comercial de rádio, a intenção da mídia online é promover algo, porém com anúncios feitos na internet.

No artigo de hoje, descubra por onde começar a investir em mídia online e quais são os benefícios da estratégia para a sua empresa.

Por que investir em mídia online?

De acordo com a pesquisa TIC Domicílios, o número de brasileiros com acesso a internet tem crescido exponencialmente, com mais de 70% da população conectada, o que é equivalente a 126,9 milhões de pessoas.

Com esses números, já é possível ter uma ideia da importância das plataformas online para a divulgação dos negócios. 

Hoje em dia, praticamente todos os tipos de negócio estão na internet: desde uma empresa de demolição, até lojas de roupas e profissionais autônomos.

Além disso, o próprio comportamento do consumidor está mudando frente às novas tecnologias. A longo prazo, espera-se que a aplicação do Marketing Digital será inevitável e grande parte dos investimentos serão destinadas às mídias online, superando as mídias offline.

Afinal, mesmo quando o seu público-alvo não utiliza a internet para realizar compras, a tendência é que esse cenário se modifique aos poucos e, no futuro, a sua audiência irá procurar por produtos e serviços online.

3 dicas de investimento em mídia online para sua empresa

Uma das grandes vantagens de investimento em mídia online é a diversidade de formatos. Mas, para alcançar bons resultados, é preciso focar em planejamento. 

A seguir, separamos algumas dicas de como começar a divulgar sua empresa na internet. Confira!

1 – Redes sociais

As redes sociais tomam conta da internet. Por isso, os empreendedores digitais que estão começando agora podem começar com a criação de perfis corporativos e fanpages para a divulgação de seus negócios. As alternativas são:

  • Páginas no Facebook;
  • Conta comercial no Instagram;
  • Conta comercial no Twitter;
  • Página no LinkedIn.

Há uma grande infinidade de redes sociais e para escolher o canal certo, vale a pena saber onde o seu público está.

2 – Aplicativos

Os aplicativos também tornaram-se mídias online capazes de divulgar produtos e serviços. 

Assim, uma empresa de entrega de encomendas pode se cadastrar em uma plataforma e receber pedidos diretamente por lá.

3 – Criação de conteúdo

É sabido que materiais relevantes são a grande moeda de troca da internet. Por esse motivo, é importante que as empresas invistam na criação de conteúdos, como blog posts, e-mail marketing, boletins informativos, e-books, etc.

Dessa forma, além de divulgar o seu produto ou serviço, também é possível educar o seu público-alvo a respeito do seu negócio, o que contribui para aumentar a credibilidade da empresa no mercado.

Outra opção é usar o SEO, ou “otimização para os mecanismos de busca”, um conjunto de técnicas que melhora a classificação da sua página web nos sites de pesquisa, como o Google.

Conclusão

As mídias online estão em alta. Com inúmeros formatos, elas são capazes de divulgar a sua empresa para uma grande audiência e construir uma forte presença da marca.

Diante do crescimento exponencial do número de usuários da internet, investir em mídias online tornou-se uma obrigação, não mais um diferencial. 

Por esse motivo, a procura por soluções em Marketing Digital é cada vez mais frequente e necessária.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

 

Como manter os seus funcionários motivados em casa?

Se você é empresário, e decidiu apostar no formato de trabalho remoto, certamente uma das dúvidas principais que surgiram no seu horizonte foi: como manter os funcionários motivados no home office?

O trabalho a distância tem ganhado a preferência no cenário mundial: um estudo feito pelo International Workplace Group (IWG) com 15 mil pessoas revelou que 83% dão preferência para vagas com flexibilidade em relação ao home office.

No Brasil, a Pesquisa dos Profissionais Brasileiros da Catho mostra que 25% dos entrevistados usam o recurso de poder realizar suas funções diretamente de casa ao menos uma vez por semana.

Isso quer dizer que uma gráfica de impressão digital já precisa considerar os benefícios do home office, possibilitando assim que o seu negócio cresça e esteja de acordo com as principais tendências do mercado.  

Sem dúvida, um dos maiores receios dos donos das empresas está justamente em como manter os seus profissionais produtivos, para que os resultados possam ser colhidos mesmo quando se trabalha a distância. 

Para conhecer algumas recomendações que podem ajudar no engajamento dos seus colaboradores, siga na leitura deste artigo e saiba mais sobre o assunto.

Como funciona e quais são os benefícios do home office?

Muitas das funções exercidas pelo time de funcionários de uma fábrica de cortina branca para quarto, por exemplo, são administrativas, e poderiam ser feitas de modo tranquilo em qualquer local que o colaborador estivesse.

Isso porque ele só precisaria de um computador com acesso à internet e de alguns outros recursos eletrônicos para concluir as suas funções. 

Diante disso, surge o formato de trabalho remoto, que permite a realização de atividades mesmo que se esteja fora da empresa. 

Não à toa, o home office oferece uma série de vantagens, para as empresas e os seus funcionários, tais como:

  • Diminuição de custos com transporte;
  • Menos tempo perdido no trânsito;
  • Maior conforto e comodidade;
  • Menores gastos com estrutura física;
  • Aumento do bem-estar e da produtividade;.
  • Entre outros.

Nesse sentido, é cada vez mais comum que as companhias apostem nessa alternativa para colher benefícios para o empreendimento, como optar por um aluguel de sala por hora para reuniões, em vez de ter um alto custo de aluguel para manter a estrutura do local.

Ao mesmo tempo, o home office proporciona vantagens para a sua equipe, que não precisa estar em meios de transporte sempre lotados e perder longas horas do dia com deslocamento. 

Assim, o trabalho remoto acaba por diminuir o estresse, potencializar os resultados e aumenta o bem-estar de todos os envolvidos.

Dicas para manter os funcionários motivados

Algumas dicas simples podem contribuir para que os seus funcionários permaneçam motivados, mesmo trabalhando a distância. 

1. Manter uma boa comunicação

Estar sempre em contato com os seus colaboradores é essencial, criando um vínculo de trabalho e possibilitando que dúvidas possam ser sanadas rapidamente. 

2. Estabelecer contato entre liderança e funcionários

Para que o trabalho possa ser entregue de modo pontual e assertivo, é fundamental que os líderes estejam sempre disponíveis para a equipe, indicando o que precisa ser feito e auxiliando em qualquer etapa do trabalho. 

3. Investir em formação

Colher bons resultados dependerá do quanto o profissional está preparado e é valorizado pela empresa. Por isso, não deixe de investir em cursos para o aperfeiçoamento das qualificações dos seus colaboradores.

Além de ser benéfico para a companhia, essa pode ser uma forma interessante de contribuir para a formação dos profissionais, permitindo que eles sejam valorizados no mercado de trabalho. 

Manter os seus funcionários motivados é o melhor caminho para o crescimento da empresa, permitindo assim, que ela conquiste o sucesso dentro do seu segmento. 

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

 

Distrações em isolamento

Todos estão passando ou dependendo do lugar onde vivem já passaram pela necessidade de manter-se em quarentena, e é sempre algo muito difícil ficar isolado em um ambiente por muito tempo, isso mexe com os mais diversos fatores psicológicos de cada indivíduo. Em alguns momentos a única coisa que se deseja é ir algum lugar o mais simples que for.

A busca por tratamentos psicológicos aumentou bastante  durante este período, e isso é muito importante, buscar a ajuda de profissionais especializados para cuidar desses transtornos de médio a longo prazo, mas algo que é sempre saudável também são elementos que fortalecem a nossa confiança, determinação, ou seja que nos motivem.

Eu busco sempre no horoscopo diario informações que podem ajudar a melhorar o meu vigor, assim renovo minhas energias e deixo fluir os bons pensamentos para poder seguir em frente e evoluir apenas naquilo que possa me fortalecer e favorecer nessa jornada tão complexa que envolve relacionamento, finanças e familiares em geral.

Por esta razão é muito importante estar sempre em contato com atividades que possam esvaziar um pouco mente para desopilar coisas que venham a nutris pensamentos negativos e que possam te prejudicar nas horas que te parecerem mais sombrias. Permita-se acima de tudo ser feliz no seu dia-a-dia.

Como descobrir o IMEI do celular roubado pelo Google?

Você sabe como descobrir o IMEI do celular roubado pelo Google? Se não, é importante descobrir para poder ter condições de bloquear o seu smartphone caso ele seja levado por um ladrão.

Infelizmente, precisamos ter em mente que esse é um cenário bem provável no Brasil. Afinal, só a cidade de São Paulo milhares de celulares são furtados e roubados diariamente. 

No entanto, sem saber como descobrir o IMEI do celular roubado pelo Google, esses aparelhos não são bloqueados e as pessoas não só ficam sem os smartphones, como perdem os números também.

Quer saber como descobrir o IMEI de um celular roubado usando o Google? Então siga a leitura do artigo abaixo!

Para que saber como descobrir o IMEI de um celular?

Antes de aprender como descobrir o IMEI do celular roubado pelo Google, é importante entender o que é essa sigla.

O IMEI é um código numérico único para cada celular e, portanto, atua como uma espécie de “RG” do aparelho. É o IMEI que identifica cada smartphone em específico e permite uma série de ações.

Por exemplo, as operadoras de celular precisam do IMEI para poder bloquear o acesso de um determinado chip ao aparelho. Por isso, é necessário informá-lo para garantir que o seu número não será usado pelos criminosos que roubaram seu celular.

Isso é importante pois com o seu número, os bandidos podem acessar o seu WhatsApp, suas redes sociais e até se cadastrar em alguns serviços que você não tem o interesse, mas teria de pagar por eles.

Portanto, é essencial saber como descobrir IMEI para poder bloqueá-lo assim que o seu celular for roubado.

Como descobrir o IMEI do celular roubado pelo Google?

A maneira mais fácil de descobrir o IMEI do seu celular é usar o Google Dashboard, caso você tenha um Android e tenha configurado a sua conta ao seu aparelho.

Por exemplo, se você cadastrou o seu email [email protected] no seu aparelho celular, deverá usar esse login e a sua senha no Dashboard para acessar todos os serviços e itens que estão configurados com a sua conta.

No Dashboard, selecione o aparelho Android que está vinculado a sua conta e selecione a opção para ver mais informações sobre o celular.

Uma tela vai se abrir com todas as informações registradas sobre o seu celular. Nessa tela, estará o IMEI do aparelho, mas também a última data de backup, a quantidade de dados registradas, a fabricante, data de registro e muito mais.

Inclusive, a tela permitirá que você exclua os dados de backup do seu aparelho.

Vale lembrar que não é necessário estar com o aparelho na mão para fazer todo esse procedimento, o que faz dele uma excelente opção para quem quer descobrir o IMEI de um celular depois de roubado.

Quais outras formas de descobrir o IMEI do celular?

Uma maneira muito interessante de saber o IMEI do seu celular é instalando um aplicativo de espionagem nele. No entanto, essa forma só funciona se você tiver se prevenido antes do aparelho ser roubado.

Um bom aplicativo de espionagem ficará escondido no seu smartphone e coletará todos os tipos de dados que você gostaria de saber sobre o seu celular, deixando tudo gravado em um servidor na nuvem.

Além do seu IMEI, também estarão no servidor dados de localização do aparelho com base no GPS, fotos recebidas via whatsapp, fotos da galeria, ligações, SMS recebidas e muito mais.

Inclusive, se você teme ser assaltado, o aplicativo-espião é a principal arma para recuperar o seu aparelho já que permitirá que você acesse um monte de informações sobre o bandido.

Por exemplo, você conseguirá encontrar a localização dele via GPS, uma vez que o app de espionagem grava esse dado e envia para o servidor.

Além disso, poderá ouvir todas as ligações que o aparelho fizer ou receber, o que permite identificar os próximos passos do bandido. Para completar, ainda poderá ativar o microfone ou a câmera do celular em tempo real para ouvir o ambiente ao redor e tirar fotos do que estiver acontecendo por perto.

A parte positiva é que tudo isso pode ser feito de qualquer dispositivo e a qualquer momento, uma vez que o servidor está disponível na nuvem.

Por isso, você pode ir no seu computador ou no computador de um policial e acessar o servidor para que todos os dados estejam disponíveis imediatamente para recuperar o aparelho.

Para se ter ideia da eficácia de um aplicativo do tipo, um jovem cineasta holandês fez um “aparelho-armadilha” com um aplicativo desses para poder acompanhar o que aconteceria com o seu celular caso ele fosse roubado e produziu um documentário com base nisso.

E aí, aprendeu como descobrir o IMEI do celular roubado pelo Google? Agora você não tem mais o que temer em relação ao seu smartphone ser roubado.

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Qual é o valor de uma bolsa Dior no Brasil?

A Dior é aquela grife que se baseia em facetas de sofisticação e sentimento. Esses elementos se mostram indeléveis em todas as estações da Dior e foram refletidos, de uma maneira ou de outra, em jaquetas, vestidos e, principalmente, em bolsas.

Consistentemente parte da lista das marcas mais influentes internacionalmente, a Dior, agora de propriedade da LVMH, registrou uma receita de € 10,4 bilhões, um aumento de 15%, durante o primeiro trimestre de 2017. Segundo o site da LVMH, essa subida nas estatísticas é atribuído em grande parte às fortes vendas de moda e artigos de couro. 

Dos encantos “D.I.O.R” que pendem livremente aos padrões de cannage que adornam o exterior de cada bolsa, cada pequeno detalhe contribui amplamente para esse aparente sucesso da marca e sua capacidade de se apaixonar por uma grande maioria de mulheres. Agora, vamos fazer uma viagem pelo repertório de bolsas Dior e descobrir os preços dos três modelos mais famosos no Brasil.

LADY DIOR

A Lady Dior é a filha do pôster da casa, e uma das duas bolsas de luxo nomeadas como uma homenagem à realeza. A bolsa Lady Dior, como a Hermès ‘Kelly’, traça seu nome a partir de um sangue azul, Diana of Wales, para ser exato. 

Originalmente nomeada como “Chouchou”, que significa “favorita” em francês, a bolsa foi projetada em 1994 pelo chefe da criação Gianfranco Ferré, e mais tarde recebeu seu novo nome em 1995. Inspirada nas cadeiras de Napoleão III que revestiam o ateliê do Sr. Dior , o acolchoamento do cannage no corpo da bolsa o equipa com um toque distinto e permite que ele se separe de outras bolsas de grife. 

A Lady Dior também vem com os encantos pendurados “D.I.O.R” que respiram um ar jovem. Desde a sua criação, a bolsa viu uma enorme variedade de enfeites, desde o maximalismo de Galliano até o minimalismo de Simons e agora o feminismo de Chiuri. 

Esse estilo de bolsa tem 4 tamanhos: micro, mini, médio e grande. Confira os valores aproximados de cada um, abaixo.

Micro: R$ 8.000,00

Mini: R$ 10.000,00

Médio: R$ 17.000,00

Grande: R$ 20.000,00

MISS DIOR

Embora a ‘Lady Dior’ possa ser facilmente comparada à bolsa clássica da Chanel em termos de popularidade, a ‘Miss Dior’ é paralela à última em termos de forma e função. A ‘Miss Dior’ cresceu fora das sombras da ‘Lady Dior’, bem como da imagem de ser um nome de fragrância, e se estabeleceu como um dos principais estilos da marca. 

Uma bolsa que pode acompanhá-la do dia para a noite, do casual ao formal, e você se sente elegante e organizada, independentemente da aparência descontraída. Coberta de pele de carneiro flexível e com a mesma costura acolchoada de cannage, a ‘Miss Dior’ é a prima da ‘Lady Dior’ que é tão versátil que pode ser usada com praticamente qualquer coisa.

Confira os valores aproximados de cada modelo da Miss Dior, abaixo.

Médio: R$ 15.000,00

Grande: R$ 18.000,00

DIORAMA

No cenário da moda contemporânea, foi Galliano que trouxe ao público a estética ultra-feminina da casa da Dior. Durante os 16 anos de posse do estilista nascido em Gibraltar, ele foi capaz de revitalizar o gigante da moda que estava profundamente adormecido. 

Desde a saída do notório designer, outros dois nomes foram selecionados para elevar a marca – Raf Simons e Maria Grazia Chiuri. Os designers belgas e italianos emprestaram um toque de suas personalidades à marca, que se refletiram nos novos estilos que exibiram em suas respectivas vitrines da Dior.

No desfile da primavera de 2015, a Diorama brinca com arquitetura limpa em um design de moda.

A Diorama é uma ótima opção se você quer uma bolsa feminina atemporal que possa ser transportada durante o dia, mas que funcione lindamente à noite. Uma beleza clássica, atemporal e limpa, pronta para ser carregada por muitas nos próximos anos. A Diorama custa em torno de R$ 10.000,00 em sua versão pequena em pele de bezerro comum e R$ 30.000,00 na versão média em crocodilo brilhante.

 

 

Pangolim e coronavírus: entenda sua relação com o surgimento da pandemia e com o comércio ilegal de animais selvagens

Evidências da relação entre o animal e o surgimento da doença fortalecem debate sobre proibição da atividade ilícita

Desde que o novo coronavírus se espalhou e obrigou boa parte da população mundial a adotar medidas de distanciamento social para tentar diminuir o número de casos, cientistas de todo o globo têm tentado descobrir a origem do COVID-19.

A resposta mais provável é que tenha sido de algum animal selvagem. O maior suspeito, inicialmente, era o morcego. Mas novas pesquisas também relacionam o vírus ao pangolim. Há evidências de que o animal possa ser um dos hospedeiros que ajudaram o parasita a encontrar os humanos.

Pangolins ou morcegos?

As pesquisas ainda não são conclusivas, mas as duas espécies podem ter relação com o surgimento do novo coronavírus. A busca por essa resposta começa nas primeiras pessoas com casos confirmados, frequentadoras de um mercado de frutos do mar que também vendia animais selvagens, em Wuhan, na China.

Como a suspeita é de que o novo coronavírus tenha infectado os primeiros humanos no continente asiático, as espécies nativas de lá têm sido as mais estudadas. O objetivo é descobrir em qual animal o Sars-CoV-2 surgiu e qual foi o caminho que ele percorreu até chegar a nós.

Os vírus que apresentam mais semelhança com o do novo coronavírus foram identificados nos morcegos. No entanto, outros tão semelhantes quanto foram identificados nos pangolins.

Um detalhe importante que tem chamado a atenção dos pesquisadores é que a estrutura que o vírus nos pangolins usa para se conectar com as células é mais

parecida com a dos humanos. A dos morcegos costuma ser bem diferente nesse aspecto específico.

Talvez os dois?

Com essas evidências, uma terceira teoria tem ganhado força: o coronavírus que contamina os humanos pode ser resultado de uma mistura genética entre os vírus de morcegos e pangolins.

Desse modo, o pangolim pode ter sido o intermediário entre os morcegos e os humanos. O processo é comum entre os vírus e foi mais ou menos o que aconteceu com o H1N1, que tem genes semelhantes aos de porcos e aves.

O que o comércio de animais selvagens tem a ver com isso?

O comércio de animais selvagens deve estar diretamente relacionado com toda essa situação. Se qualquer uma dessas teorias for confirmada, a passagem do vírus desses hospedeiros para os humanos deve ter se dado, provavelmente, pelo consumo desses animais.

Bichos selvagens são populares em mercados da Ásia, como o que pode ter dado origem à pandemia. O pangolim é, entre eles, o mais comercializado ilegalmente em todo o mundo. Estimativas dizem que pelo menos 100 mil mamíferos dessa espécie sejam vendidos por ano, especialmente, na China e no Vietnã.

Nesses países, as escamas do mamífero costumam ser amplamente utilizadas na medicina tradicional por isso, o pangolim-malaio está, inclusive ameaçado de extinção.

Cientistas e ativistas já argumentam há tempos que a prática de consumir bichos exóticos é um perigo para a saúde humana, debate que agora ganhou força. Os estudiosos alertam que já foram identificados milhares de vírus que podem ser graves para os humanos nesses animais.

O consumo de bichos selvagens é tradicional em muitos países asiáticos, mas seus praticantes são acusados de dizimar espécies e destruir habitats. Esse costume ainda coloca os humanos diretamente em contato com os vírus desses animais, contra os quais, geralmente, não temos anticorpos.

Quem ainda não é contra esse tipo de comércio, mesmo quando essa pandemia for controlada, deveria finalmente aprender que os animais selvagens são hospedeiros muito prováveis para outros parasitas, como os citados aqui, e deixá-los em paz. Talvez seja a hora de repensar a tradição em benefício da saúde coletiva e da conservação de todas as espécies.

Projetos de lei pedem a redução obrigatória das mensalidades da rede privada de ensino diante da contingência pelo coronavírus

Proposta é válida para os ensinos fundamental e médio e os descontos seriam de, no mínimo, 30%

O mês de fevereiro ficou marcado em todo o mundo pelo início das infecções causadas pelo novo coronavírus na China. Pela segurança de todos, desde meados de março, diversos estados brasileiros impuseram o isolamento social e a quarentena para tentar reduzir as chances de disseminação da doença.

Serviços e estabelecimentos considerados essenciais, como coleta de lixo, delivery, agências bancárias, supermercados, padarias e aqueles relacionados à saúde, puderam se manter em funcionamento. As demais instituições foram temporariamente suspensas.

As atividades escolares estão entre aquelas que foram paralisadas, tanto na rede pública quanto na privada, e há países, como os Estados Unidos, que até chegaram a cancelar as aulas até o final do ano letivo.

Situação no Brasil

Alguns governos chegaram a propor o sistema de aulas virtuais para os alunos das redes públicas de ensino e ainda estão avaliando como seria a dinâmica diante do cenário vivido em todo o mundo e do fato de que nem todos os estudantes têm acesso à Internet banda larga.

Nas escolas privadas, o ensino a distância se tornou uma alternativa para manter os alunos ativos, enquanto algumas instituições decidiram antecipar as férias de julho para abril, a fim de minimizar os efeitos da quarentena no calendário letivo.

O senador Rogério Carvalho (PT-SE) apresentou o projeto de lei PL 1.163/2020 que obriga as instituições de ensino fundamental e médio da rede privada a darem descontos de, no mínimo, 30% em suas mensalidades durante o período de quarentena.

Notícia divulgada no site do Senado indica que as universidades particulares também seriam afetadas, desde que não consigam desenvolver atividades remotas, e o projeto prevê multa às instituições que não cumprirem a proposta.

Oposição em relação ao desconto

O projeto segue para votação e causa polêmica, já que entidades representantes das instituições de ensino criticaram a proposta e alguns colégios destacam que não conseguem diminuir o valor da mensalidade por conta da tecnologia que precisam empregar para manter o ensino a distância.

Se para algumas é inviável, há escolas que por si só optaram por dar descontos às famílias ao entenderem que este é um momento difícil e que afetou a renda de muitos.

Redução das mensalidades na capital paulista

O deputado estadual Rodrigo Gambale também apresentou proposta na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) para tornar obrigatória a redução proporcional da mensalidade escolar durante o Plano de Contingência do Estado para conter a COVID-19. Sob o número 203/2020, o projeto de lei foi publicado no dia 3 de abril e segue em tramitação.

Em entrevista ao portal UOL, Rodrigo Gambale afirmou que a proposta foi feita levando em conta a perda de renda das famílias e não o fato de que as escolas não estão funcionando ou trabalhando, pois, segundo ele, “os pais de família não estão tendo condições de pagar”.

A União Nacional dos Estudantes (UNE) também defende que as instituições deem descontos nas mensalidades, sem especificar a porcentagem por julgarem que cada escola e universidade tem uma realidade individual.

Para Iago Montalvão, presidente da UNE, deve existir um subsídio do governo ou isenção fiscal para que os salários dos professores e demais profissionais das instituições de ensino não sejam prejudicados durante o momento sensível de isolamento social que vivemos.

Diminuição do ano letivo

No dia 1 de abril, o governo federal publicou a Medida Provisória (MP) 934/2020 que dispensa as instituições de ensino básico e universitário a cumprirem o mínimo de 200 dias letivos, determinado pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação, embora mantenha a carga horária de 800 horas/aula por ano.

Os maiores desafios de pessoas idosas ou com mobilidade reduzida durante a quarentena — e como amenizá-los

Entenda os problemas enfrentados por aqueles que fazem parte do grupo de risco e saiba como ajudá-los

Em épocas normais, optar por uma passagem da Viação Garcia seria uma escolha adequada para os idosos ou pessoas com problemas de mobilidade: os ônibus da companhia são confortáveis, bem equipados e atendem a todos os tipos de público.

Nas circunstâncias atuais, no entanto, a ideia de ir para longe está fora de questão. A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem solicitado a todos que permaneçam em casa, como forma de tentar diminuir a contaminação pelo novo coronavírus, micro-organismo que tem causado impacto em todo o globo.

Não por acaso, afinal a COVID-19, doença causada pelo vírus já citado, infelizmente, já vitimou milhares de pessoas. Os números tendem a continuar altos nos próximos meses, mas podem ser menos agressivos se permanecermos em isolamento social.

Não se pode negar que estar em quarentena, no entanto, é mais difícil para algumas pessoas: indivíduos de idade, que moram sozinhos e distante da família, podem encontrar dificuldades para reorganizar a rotina.

Muitas vezes, idosos não têm o hábito de utilizar a Internet e dispositivos que permitam a troca de mensagens de maneira rápida. Assim, encontrar atividades prazerosas ou manter-se em contato com amigos e família pode ser um desafio.

Da mesma forma, pessoas com algum tipo de deficiência, especialmente, se não moram com membros da família ou companheiro, podem se sentir desatendidas e encontrar algumas dificuldades para manter a normalidade da vida.

Neste artigo, listamos alguns dos problemas mais comuns enfrentados por ambos os grupos e fornecemos dicas para auxiliar as pessoas que se encontram nas situações citadas. Confira.

Problemas enfrentados por idosos: como diminuir a exposição

Possivelmente, o maior desafio enfrentado pela população idosa durante o surto do coronavírus é a exposição. Sendo parte do grupo de risco — afinal, os impactos da doença tendem a ser mais severos em pessoas a partir dos 60 anos —, qualquer ida ao mercado pode causar preocupações.

A recomendação da OMS é clara: é preciso evitar qualquer tipo de aglomeração. Infelizmente, há quem não tenha quem possa fazer as compras, ir à farmácia e similares. Assim, vemos muitos idosos nas feiras e nos mercados.

Algumas empresas têm facilitado o sistema de delivery, como forma de incentivar o isolamento social. Se você mora em um condomínio, pode imprimir opções de serviços de entrega e colocá-los sob as portas dos seus vizinhos idosos.

Caso você tenha ido ao supermercado semanalmente, também pode se oferecer para fazer as compras por eles. É uma gentileza que, se praticada por diversos jovens, também pode ter impacto positivo na saúde física e mental dos idosos.

Dificuldades compartilhadas

Tanto a população idosa quanto aqueles que têm dificuldade de mobilidade podem se encontrar em momentos de tédio e melancolia durante a época da quarentena.

De acordo com o que tem sido divulgado por especialistas da área da saúde, a melhor opção nesse momento é buscar maneiras positivas de ocupar a cabeça e não cair na tentação de assistir aos noticiários durante todo o dia.

Pode parecer confortável ficar no sofá, passeando pelos canais da televisão, mas isso é extremamente prejudicial para a saúde do corpo e da mente: o excesso de informação e o sedentarismo, aliados à tensão do momento presente, podem propiciar o desenvolvimento de quadros de depressão, pânico e ansiedade.

Recomenda-se aos indivíduos que entrem em contato com seus médicos e informem-se sobre limitações, indicações de atividade física e afins. Há inúmeros educadores físicos que, no momento da quarentena, têm oferecido aulas gratuitas — as quais, inclusive, têm circulado até nos aplicativos de mensagens instantâneas.

Além disso, há psicólogos e especialistas em saúde mental oferecendo atendimento emergencial através da Internet, especialmente, para quem está sozinho no momento

da quarentena ou tem se sentido sufocado pela especificidade e gravidade da pandemia.

O apoio da família é fundamental

Se os membros distantes da família não têm o costume de utilizar a Internet, aparelhos celulares e aplicativos que permitam a comunicação em tempo real, cabe aos demais incentivá-los a fazer uso das possibilidades da tecnologia. Converse com amigos, colegas e conhecidos sobre as possibilidades e serviços que têm sido oferecidos on-line.

Se tiver um tempo, faça uma lista de aulas, palestras e afins gratuitos que podem ser interessantes e divulgue-a — nem que seja em um pedaço de papel, escrito à mão. Um dos maiores desafios tem sido pensar coletivamente. Assim, qualquer atitude que vise o bem-estar do outro é incentivada e necessária.

Usina solar flutuante é um projeto de teste que pode ser ampliado na capital paulista

Sendo uma fonte de geração de energia limpa e renovável, a ideia tem conquistado um espaço cada vez maior em diversas partes do mundo. De acordo com informações da Secretaria Estadual de Infraestrutura e Meio Ambiente (Sima-SP), a usina foi implantada na represa Billings, através de uma parceria entre a Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE) e a Sunlution Soluções em Energia.  

 A usina solar ainda é um projetopiloto, que iniciou a sua operação no dia 28 de fevereiro e deve funcionar em regime de testes por 90 dias. Com 100 kilowatts de potência e ocupando uma área de 1.000 m², a usina é resultado de um investimento de R$ 450 mil em equipamentos.  

Usina solar flutuante deve ser replicada em outras represas da capital paulista 

A intenção inicial do projeto é que a estrutura gere energia suficiente para alimentar um dos escritórios da EMAE. O secretário da Sima-SP, Marcos Penido, afirmou que a iniciativa é fruto e trabalho do órgão focado no desenvolvimento de políticas públicas para a preservação do meio ambiente.  

 O teste realizado com a implementação da primeira usina solar do estado de São Paulo busca viabilizar a implantação de mais usinas fotovoltaicas em reservatórios da capital paulista. A expectativa é que o projeto se torne viável para que a EMAE abra uma chamada pública para parcerias de expansão. 

Usina solar em parque público de São Paulo gera uma economia de R$ 270 mil por ano 

Localizada em um bolsão no estacionamento do Parque Cândido Portinari, outra usina solar fotovoltaica foi inaugurada em São Paulo, ainda durante o governo de Geraldo Alckmin.  

 A estrutura conta com 2.095 módulos fotovoltaicos e faz a cobertura de 264 vagas de estacionamento do parque, ocupando uma área de 3.400 . Desde então, as instalações do Parque Cândido Portinari e do Parque Villa-Lobos, localizados na zona Oeste da capital paulista, são abastecidas por energia solar.  

Na época da inauguração, Geraldo Alckmin, então governador em exercício, afirmou que a cidade de São Paulo é pioneira em soluções de energia renovável e que a usina economizaria cerca de R$ 270 mil por ano. 

 O projeto foi idealizado pela Secretaria de Energia e Mineração do Estado de São Paulo e executado pela Companhia Energética de São Paulo (CESP), contando com o apoio da Sima-SP e de empresas privadas. O investimento total da usina ficou na casa dos R$ 17 milhões.  

Novas fontes de energia renovável em São Paulo favorecem o meio ambiente e reduzem custos  

Para o professor de engenharia elétrica da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Anderson Jucá, a nova usina solar flutuante agrega mais valor ao uso das represas e contribui para a futura ampliação de uma base de energia solar, sustentável e limpa no estado de São Paulo. 

 O especialista também aponta que aumentar a oferta de geração de energia solar na maior metrópole do país é uma alternativa viável para baratear os custos do sistema de energia elétrica do estado. 

 Jucá ainda destacou que alguns pontos devem ser observados, como a ancoragem da usina, o impacto da estrutura na fauna presente no reservatório e os custos de manutenção. Esses pontos são cruciais para viabilizar o projeto teste e ampliar a sua atuação em maior escala. 

 De acordo com o especialista, um teste de três meses não seria suficiente para avaliar todos os pontos necessários para a viabilidade e adaptação do projeto. Segundo ele, questões como a sazonalidade precisam ser consideradas, antes da ampliação.