Vale a pena realizar investimentos em casas mobiliadas?

O setor de casa e construção tem várias peculiaridades e pode despertar dúvidas em quem pretenda investir nessa área, sendo uma das principais a do investimento em casas mobiliadas.

É comum vermos essa solução em filmes norte-americanos, já que lá tal medida é como que uma tradição. Contudo, cada vez mais temos visto isso também no mercado nacional.

As questões que ficam pairando no ar, porém, são a respeito dos prós e contras desse tipo de negociação. 

Será que vale a pena investir em casas já mobiliadas, ou é preferível comprar o imóvel vazio e mobiliá-lo depois?

Se você quer compreender melhor antes de tomar sua decisão, veio ao lugar certo. Basta continuar com a gente até o fim da leitura.

 

O que são e quais os impactos?

Pode parecer redundante a questão sobre “o que são imóveis mobiliados”. Afinal, parece óbvio, porém o que se ressalta aqui são os bastidores dessa área.

Geralmente, as empresas que comercializam dessa maneira nada mais são que construtoras ou imobiliárias com uma boa influência no mercado.

Assim, além de dominarem o seu setor, conhecem também o moveleiro e todos os demais nichos. Por isso, existe certa organicidade em tais projetos.

Se o edifício fosse comercial, a mesma construtora ou empreiteira que ergueu a construção definiria qual a melhor estrutura metálica para cobertura, e depois quais os melhores móveis e instalações do ambiente.

Isso completa o serviço de modo mais abrangente, além de que costuma incluir os famosos móveis planejados, que se encaixam perfeitamente em cada aplicação.

Aí estão alguns impactos positivos. Por outro lado, também é essa modalidade de negociação que pode assustar, a princípio, em termos financeiros.

Sim, já que dentro da mesma linha de casas e imóveis cotados haverá uma diferença considerável de valor naqueles que já forem mobiliados, pois a mobília estará embutida no preço final.

Esse ponto merece aprofundamento.

 

Como ver a questão dos valores?

Já vimos como o know-how das empresas que vendem imóveis mobiliados pode ser um fator bastante positivo em qualquer negociação.

Uma ponderação necessária é sobre os valores, pois embora obviamente o mobiliado acabe ficando um pouco acima do valor, na prática ele deve sair mais em conta.

Se você fosse calcular a mobília de uma casa inteira (ou mesmo de uma empresa), incluindo aí os vários serviços de que precisaria para encontrar as peças indispensáveis e chegar ao ponto perfeito, certamente o valor acabaria ficando muito maior.

Afinal, uma simples estante escritório pode custar muito mais caro para o usuário final, que compra apenas uma peça, do que para uma construtora. 

Esta ainda costuma encomendar um lote bem maior de móveis, já que compra sempre no atacado.

 

A praticidade e o longo prazo

Você ainda pode estar pensando: “Mas os móveis não vão ter a minha cara, e talvez nem combinem com o meu estilo”.

O que isso demonstra, porém, não é a desvantagem do imóvel mobiliado, mas a necessidade de pesquisar bastante antes de realizar qualquer aquisição.

De fato, você também não desenha um imóvel ou uma casa exatamente como queria, não é mesmo? Você apenas escolhe uma entre várias no mercado.

Assim, além de as mobílias já incluídas serem customizadas para cada ambiente da casa, a praticidade do serviço também vai economizar muito do seu tempo.

Também é preciso lembrar que os retoques finais caberão a você, como itens secundários que podem incluir, por exemplo:

Além de toda a decoração e da própria garantia (do imóvel e dos móveis principais), que virá da mesma empresa e dará maior segurança no médio e longo prazo.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

O que falta para o seu site possuir um maior número de tráfego?

Com o crescimento do marketing digital em relação às demais modalidades de publicidade, um dos esforços mais importantes da atualidade é o de conseguir mais tráfego no seu site.

De fato, uma página sem pageviews é uma página que não conseguiu realizar seu principal objetivo: chegar às pessoas do público-alvo. Sem tráfego não há leitores, nem engajamento, nem oportunidades.

Afinal, se um site não tem visitantes, então ele também não gera leads, portanto não é capaz de trazer mais contatos, mais clientes e mais vendas para o seu negócio.

Você prefere ter uma loja física de vidro para janela na qual ninguém entre, ou que esteja sempre cheia de gente? Pois é. Não gerar tráfego equivale a manter um estabelecimento comercial no qual não entra ninguém durante o dia.

É claro que, normalmente, nem todos que entram, realizam uma compra. Mas também é óbvio que este é o primeiro passo, não é mesmo? 

No mundo digital essa visitação é chamada de “tráfego”.E se você quer entender melhor sobre esse assunto, siga adiante na leitura.

Quais os tipos de tráfego existem atualmente?

O primeiro passo é compreender que existem vários tipos de tráfegos, e não adianta sair atirando para todo lado sem antes ter um planejamento.

As modalidades mais buscadas hoje são as seguintes:

  • Tráfego direto;
  • Tráfego de referência;
  • Tráfego social;
  • Tráfego orgânico;
  • Tráfego pago.

O tráfego direto é o sonho de todo mundo, pois trata-se daquele visitante que chega ao seu site sem intermediários, escrevendo seu domínio na barra de endereço. 

As dicas para conseguir esse feito vão desde ter um nome amigável, até investir em cartões de visita.

O tráfego de referência também é pouco explorado, e consiste em duas estratégias principais e fundamentais: geração de conteúdo de qualidade e guest post.

Todo empreendedor entende do seu próprio nicho, seja ele um segmento de roupas ou de ferros industriais. Mas ser uma referência implica saber transmitir sua autoridade, através de conteúdos originais, relevantes e gratuitos para o seu público.

Depois disso é que vem o guest post: não fique numa bolha, faça networking com outros canais e troque conteúdos com eles, publique os artigos deles e vice-versa, troque links entre as páginas. Isso é o que aumentará seu tráfego de referência.

Quais os principais tráfegos e como crescer neles?

Atualmente, o foco das estratégias recai sobre o tráfego social, que como sugere o nome é o das redes sociais, bem como no tráfego orgânico ou pago.

A regra de ouro sobre mídia social é entender a proposta: algumas redes exploram textos curtos, outras, textos maiores; algumas exploram fotos, outras, vídeos. Algumas focam em mensagens instantâneas, até com limite de caracteres.

Todas elas exigem boa interação com o público e qualidade de conteúdo (como discutido acima). Mas suas publicações vão impactar os usuários, além de gerar engajamento e compartilhamento, quando a qualidade estiver em sinergia com o formato proposto.

O tráfego orgânico remete, sobretudo, aos grandes buscadores, como Google, Bing e Yahoo. Assim, para que o leitor e futuro cliente encontre seu site ao pesquisar algo como georreferenciamento urbano, você precisa fazer SEO, que é a otimização de páginas.

O bacana sobre tráfego orgânico e pago é que você pode tocar ambos ao mesmo tempo. 

Assim, enquanto suas palavras-chave principais vão ganhando bom ranqueamento, você também investe financeiramente no impulsionamento de algumas.

Trata-se dos links patrocinados, que também podem aumentar incrivelmente seu tráfego.

A regra de ouro aqui é, finalmente, aproveitar a customização, que permite personalizar desde o orçamento até as regiões e horários em que seus anúncios aparecerão. Com isso vimos as principais dicas de geração de tráfego.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

O que a sua empresa pode melhor absorver do home office?

O home office sofreu um crescimento acelerado nos últimos meses, devido à pandemia do novo coronavírus. Mas o fato é que essa modalidade de trabalho já era uma tendência e acabou se concretizando antes do previsto.

Apesar das empresas terem de se adaptar rapidamente a essa nova realidade, ela acabou trazendo mudanças positivas e ampliando a capacidade de trabalho das empresas e das pessoas.

Por isso, neste artigo, vamos falar um pouco sobre o home office e o que as empresas podem aprender de positivo com esse modelo de trabalho.

Como funciona o home office?

Quem atua com home office, trabalha em casa ou em espaços alternativos, com cafés e coworking. É uma modalidade comum com entre freelancers, autônomos ou empresas que adotam esse modelo, como no caso de muitas atualmente.

É uma boa escolha para quem está começando o próprio negócio e não quer usar a fórmula tradicional de trabalho. A vantagem é que essa opção traz muitas vantagens, como:

  • Independência;
  • Menos estresse;
  • Alimentação mais saudável;
  • Liberdade profissional;
  • Qualidade de vida;
  • Mais economia para a empresa.

Mesmo em meio a tantos benefícios, algumas empresas enfrentam seus desafios, afinal, boa parte delas ainda está se adaptando. E é isso o que trará muitos aprendizados para as organizações.

Aprendizados positivos do home office

Tantos desafios frente à essa nova realidade, trouxeram muitos aprendizados para as organizações. Por exemplo, se antes elas podiam contar com salas para treinamento, hoje não é mais necessário, por conta do distanciamento social.

No entanto, podem fazer suas atividades de maneira remota, usando alguns softwares que, inclusive, são encontrados gratuitamente. Mas dentre os pontos positivos que podem ser absorvidos estão:

1 – Fluidez na comunicação

A comunicação é algo importante para qualquer empresa, por diversos motivos, tais como:

  • Alinhar as equipes;
  • Organizar o fluxo de trabalho;
  • Atingir metas e objetivos;
  • Garantir a qualidade dos processos.

Só que para conseguir mais fluidez, é importante se atentar a alguns pontos necessários para qualquer organização, desde aquelas que fabricam equipamentos para impressão de fotos digitais, até os mais variados tipos. Por isso é importante:

Criar uma rotina de diálogo

A empresa deve garantir que nenhum colaborador se sinta excluído ou sozinho. 

É necessário desenvolver um planejamento de ações para manter essa proximidade, para uma comunicação constante e natural.

Uma rotina de reuniões é uma boa dica, e elas devem ser feitas com uma periodicidade mais próxima possível das que eram feitas pessoalmente.

2 – Suporte sempre disponível

Assim como o home office é uma novidade para algumas empresas, também é uma novidade para os colaboradores. Por isso, é natural que ele precisem de suporte mais vezes do que o normal.

Eles não poderão contar com recursos como equipamentos de telão home theater, infraestrutura de apoio ou outras disposições que as organizações costumam oferecer. 

Tudo isso será adaptado a um novo formato, estando cada funcionário em um local diferente, neste caso, em suas respectivas residências.

O suporte também pode ser feito à distância, e para isso, a empresa pode optar pelos feedbacks constantes e criar um canal de comunicação exclusivo para ajudar os colaboradores.

Conclusão

Adotar essas estratégias é uma ação muito positiva para as empresas, pois elas podem continuar produzindo, sem colocar em risco a saúde de todos os seus profissionais.

Além disso, a experiência com o modelo de trabalho home office vai expandir a capacidade de organização da empresa, oferecer a ela uma modalidade mais econômica e torná-la mais resiliente frente eventuais desafios.

É uma forma de estar preparado para essas situações e ter a oportunidade de oferecer maturidade e crescimento aos colaboradores, que também estão descobrindo capacidades que não conheciam.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

As invenções que mais impactaram o curso da história humana

Desde os primórdios, a humanidade lida com dilemas e a necessidade de resolvê-los. Alguns nomes são conhecidos, outros só se sabe a época, mas as tecnologias que mudam a vida das pessoas, hoje em dia, foram pensadas e criadas por alguém, muitas vezes para algum uso muito diferente do que estamos habituados.  

 

 

Para conseguir transportar objetos e coisas pesadas com mais facilidade, em 3500 a.C., foi criada a roda, considerada a invenção mais importante do homem em toda a história. Energia elétrica, penicilina, o telefone e outras criações impactaram, definitivamente, a vida de muitas gerações. Confira uma lista com invenções que mexeram com o curso da humanidade.  

A roda 

Os primeiros registros do uso da roda são da Mesopotâmia e Europa Central, no quarto milênio antes de Cristo. Até os dias atuais, tem-se pouca certeza sobre qual dos povos, realmente, foi o pioneiro na utilização da ferramenta, pois as duas marcas são em períodos muito próximos.  

 O que não se discute é a sua funcionalidade e como essa invenção revolucionou a vida humana. Carruagens, carroças e até os mais contemporâneos modelos de veículos, todos foram possíveis graças ao mecanismo que reduz o arrasto, aumentando a velocidade e exigindo menos força.  

Bússola 

Instrumento que usa o magnetismo para determinar a orientação, a bússola foi criada para ajudar os navegadores a saírem com maior segurança para as viagens, pois tinham noção da roda a ser seguida. Com os primeiros registros encontrados na China, a bússola passou por transformações até chegar no modelo pequeno que conhecemos hoje.  

 Imprensa 

Uma invenção que facilitou o acesso das pessoas ao conhecimento e informação. O primeiro item da lista que tem data e responsável definidos: o alemão Johannes Gutenberg, criou, em 1439, um equipamento que transmite tinta de uma prensa móvel para o papel.  

 Graças a essa criação foi possível desenvolver jornais e começou, daí, o mercado da imprensa e comunicação, até evoluir para o que conhecemos atualmente. Até hoje, Gutenberg é chamado de pai da imprensa e foi dono do primeiro jornal. 

Fotografia 

Antes do século XIX, a única maneira de retratar pessoas e paisagens era por meio de pinturas. Mas, em 1826, Joseph Nicéphore Niépce criou a primeira imagem fotográfica da história, e colocando prata na ferramenta, foi possível guardar as imagens produzidas. Essa invenção foi o que permitiu, posteriormente, a criação do Cinema, reproduzindo essas imagens em velocidade capaz de criar movimento.  

Cartão de crédito 

Hoje em dia, é muito comum as pessoas utilizarem o cartão para pagar suas compras. Essa facilidade só é possível graças à introdução dessa tecnologia desenvolvida, em 1958, pelo Bank of América.  

 O cartão de plástico com um chip, e as informações do dono, facilitou a vida das pessoas para que não precisassem andar com dinheiro e agilizar os pagamentos mediante senha. A tecnologia, que foi um derivado da moeda e da cédula de dinheiro, evoluiu para cartões com aproximação e pagamento via NFC.  

GPS 

A sigla, em inglês, para sistema de posicionamento global dá nome a um aparelho que veio para substituir outras ferramentas de navegação, como a já citada bússola e o mapa. O satélite envia ao sistema GPS, antes próprios e, hoje, comumente encontrado em veículos e celulares, a geolocalização em tempo real.  

 Uma curiosidade interessante do GPS é que, como muitas das invenções que usamos no nosso cotidiano, também foi criado com objetivo voltado para uso militar, para garantir precisão na entrega de armas e evitar proliferação de outros sistemas dentro do exército americano.  

Internet 

Criada para transmitir dados através de uma rede e descentralizar informações, a fim de evitar a perda total delas em caso de ataques nucleares, a ARPANET surgiu nos Estados Unidos, no período da Guerra Fria, em 1969. Algum tempo depois, Vint Cerf e Bob Kahn criaram um sistema que permitisse a troca de dados entre computadores. Era criada ali a Internet.  

 Atualmente, a Internet é o principal meio de comunicação e informação e está presente na vida de bilhões de pessoas ao redor do mundo. Graças a ela é possível acompanhar notícias em tempo real, utilizar as redes sociais e fazer diversas operações financeiras em segundos.  

 É possível citar centenas de outras invenções que estão totalmente inseridas na nossa realidade atual, como a energia elétrica e a canalização do esgoto. Muitas ferramentas foram, e continuam sendo, inventadas, aprimoradas, atualizadas e melhoradas, a fim de tornar a vida humana mais simples. E você, qual dessas invenções considera a mais importante para sua vida? 

13 anos após sua criação, iPhone é escolhido para filmagem de clipe de Lady Gaga

Lady Gaga retornou ao mundo da música pop fazendo barulho, como de costume. A sua nova música, Stupid Love, ganhou um clipe oficial, e os equipamentos de filmagem escolhidos para fazer parte desse grande evento foram somente o iPhone 11 Pro e alguns itens auxiliares, como drones e estabilizadores. 

 

 

Essa informação foi repassada pela cantora através da hashtag #ShotOniPhone no Twitter, pela própria Apple e pelo diretor do clipe, Daniel Askill, que declarou que “as câmeras são incríveis” e que “foi uma experiência fantástica trabalhar com esses equipamentos de novas maneiras”. 

 Ao menos três aparelhos foram colocados no steadicam — um estabilizador de câmeras usado por cinegrafistas, semelhante a um exoesqueleto — e outro colocado em um drone profissional. 

De acordo com o diretor, a ideia era utilizar os celulares da mesma forma que grandes câmeras profissionais. Ele acrescenta que “o resultado foi surpreendente para todo mundo”. 

Ao ser entrevistado pela imprensa dos Estados Unidos, Askill disse que todas as três lentes do iPhone foram usadas nas gravações, especialmente a teleobjetiva e a grande-angular. Ele revelou, ainda, mais detalhes sobre a superprodução. 

“Filmamos quase todas as cenas com qualidade 4 K. Além disso, um dos celulares estava filmando a 24 fps (frames por segundo), enquanto outro filmava, ao mesmo, tempo a 48 fps, para dar uma sensação de slow-motion. Não seria possível fazermos isso se estivéssemos usando apenas uma câmera normal”, esclareceu. 

 Outro acessório peculiar utilizado durante a filmagem pela equipe de Daniel foi o aplicativo Filmic Pro, disponível na Apple Store do Brasil por R$ 54,90. O app capta as imagens e permite que elas sejam personalizadas, sendo essa personalização similar a de outras câmeras profissionais. 

 Por meio dele, é possível realizar o ajuste da exposição, do foco, do realce e da sombra, escolher o formato do vídeo, balancear as cores e definir a quantia de frames que são capturados a cada segundo, além de diversas outras opções. A Apple revelou, ainda, que foram utilizados outros softwares de edição de cunho profissional na reta final da produção. 

 No entanto, esse clipe não foi o primeiro a ser inteiramente gravado com um iPhone. Em 2019, a cantora Selena Gomez também efetuou uma parceria com a Apple para lançar dois clipes filmados pelo iPhone 11 Pro — Look At Her Now e Lose You To Love Me —  para o seu novo álbum, Rare. 

 Logo, o fato de Lady Gaga ter feito o mesmo, atualmente, indica, sim, o surgimento de uma nova possível tendência na indústria audiovisual. Ademais, antes das duas cantoras, artistas como Florence and the Machine e FKA Twigs também exploraram a qualidade da imagem da câmera do iPhone, transmitindo seus shows ao vivo através do modelo XS.  

Então a câmera do iPhone realmente é a melhor do mercado? 

Há controvérsias. O fato de iPhones estarem sendo utilizados na gravação de clipes é uma estratégia de marketing arquitetada pela Apple, que visa exibir a qualidade das lentes disponibilizadas por seus celulares. 

Porém, há outros modelos que disputam o título de melhor câmera de smartphone: o Huawei P30 Pro, da marca chinesa Huawei, e o Galaxy S20 Ultra, da Samsung são concorrentes da marca da maçã. 

 Se por um lado o iPhone 11 Pro tira fotos com as cores o mais próximas possível dos seus reais tons, o P30 Pro tira selfies mais claras quando há pouca luz e com uma melhor definição. Já o recém-lançado S20 Ultra grava em 8 K e possui um zoom de 100x.