Conheça as 6 dicas que ajudar a montar um bom banner

Quem está montando um banner deve ter se deparado com inúmeras dúvidas, já que é preciso investir em uma boa impressão e um material de qualidade para atrair o público-alvo e potencializar as vendas.

Antes mesmo de serem populares na internet, os banners são velhos conhecidos da publicidade tradicional e até hoje são famosos pela sua grande eficiência de divulgação.

No artigo de hoje, conheça algumas dicas para ajudar a montar seu banner e saiba como investir em um material de excelência para o seu negócio. Acompanhe a leitura!

 

1 – Tenha cuidado com as cores

A primeira dica é tomar cuidado com as cores usadas no banner. É fundamental seguir o padrão visual da sua empresa, para tornar a identificação da audiência mais fácil.

Por exemplo, se uma escola particular infantil creche tem o azul claro como cor predominante, essa tonalidade obrigatoriamente deve aparecer no cartaz, em conjunto com o logo e o nome do estabelecimento.

Claro que é possível mesclar alguns tons, mas sem exageros, para que o banner não fique muito poluído, dificultando a interpretação da mensagem.

 

2 – Coloque informações de contato

Um dos maiores erros na confecção de banners impressos é focar apenas na propaganda e esquecer das informações de contato. 

Lembre-se que, em muitos casos, as pessoas irão ler rapidamente o conteúdo e, se tiverem interesse, precisam saber como falar com a empresa. Por isso, sempre coloque no seu banner:

 

  • Nome da empresa;
  • Telefone;
  • Endereço físico;
  • E-mail;
  • Redes sociais;
  • Entre outros.

 

Caso a sua empresa tenha um site, vale a pena colocar o endereço também. Assim, as pessoas podem entrar na sua página para procurar mais informações sobre o negócio.

 

3 – Posição do logo

O logo da sua marca deve aparecer em todos os materiais de comunicação visual, incluindo painéis, cartões de visita, outdoors, entre outros. Isso porque esse elemento é o principal responsável pela identificação da empresa.

Uma dica é colocar o novo sempre no topo do seu banner. Normalmente, a leitura dos nossos olhos começa de cima para baixo e da esquerda para a direita. 

Sendo assim, as pessoas podem verificar seu logo muito mais fácil.

 

4 – Escolha uma boa gráfica para a impressão

A qualidade de impressão do seu cartaz faz toda a diferença. Por isso, recomenda-se escolher uma gráfica de renome e que tenha experiência na elaboração de materiais visuais para marketing.

O ideal é que a confecção seja feita em uma impressora de banner roland, um equipamento de alta qualidade e que garante um acabamento perfeito para o material.

 

5 – Fixe bem o seu banner

O seu banner pode ficar exposto às mais variadas intempéries, como vento e raios solares. Por isso, é importante escolher um local ideal para a fixação, bem como estruturas adequadas para suportar as variações climáticas.

Uma dica é procurar por um bom suporte de ferro para banner, além de verificar o local onde o material vai ser exibido. Dê preferência para espaços com grande fluxo de pessoas, para que a sua publicidade tenha efeito.

 

6 – Escreva textos objetivos

A produção de banners envolve não apenas o uso de elementos imagéticos, mas também a aplicação de textos. Afinal de contas, a intenção é passar uma mensagem para a audiência, com a finalidade de atrair pessoas para o seu negócio.

Porém, é necessário ter cuidado com os exageros. Dê preferência para textos mais objetivos e diretos, afinal, muitas pessoas podem ver seu banner com uma certa pressa, enquanto estão indo para algum local.

 

Conclusão

Os banners são materiais publicitários muito eficientes. Portanto, devem ser feitos com a devida qualidade, para que seu efeito tenha verdadeiro impacto no mercado.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Como adaptar a sua casa em escritório para ser mais produtivo

Transformar uma casa em escritório pode ser uma excelente maneira de melhorar a produtividade do home office.

Isso porque, muitas pessoas estão trabalhando em casa, mas têm sentido dificuldade em manter a produtividade.

Uma repaginada no ambiente, pode ajudar a melhorar o dia de trabalho, além de proporcionar mais conforto e bem-estar.

Pensando nisso, neste artigo, vamos dar algumas dicas para que você consiga adaptar um cômodo da sua casa, tornando-o um ambiente ideal para a sua rotina.

A importância de um local exclusivo

Trabalhar em casa pode ser sinônimo de dificuldades para algumas pessoas, principalmente por conta do local de trabalho. 

Nem sempre temos um espaço exclusivo para isso, mas essa realidade não precisa ser um problema.

Para que você consiga fazer um bom home office, em primeiro lugar, é importante ter um local para trabalhar, não precisando ser necessariamente em um lugar exclusivo. 

No início, pode ser difícil encontrar um ambiente adequado para as atividades do dia a dia, mas com itens simples, como uma luminária para quarto é possível começar a fazer as mudanças necessárias.

Como adaptar um cômodo para trabalhar

Agora que diversas pessoas foram obrigadas a mudar a maneira como trabalham, muita gente se viu na necessidade de fazer algumas mudanças para manter a rotina de trabalho. 

E a tendência é que essa nova realidade permaneça para muitos profissionais.

Muitas organizações estão vendo no home office uma excelente maneira de economizar e poupar investimentos em espaço físico, por isso, o ideal é colocar em prática dicas como:

  • Separar um canto de um cômodo;
  • Analisar a iluminação;
  • Respeitar os horários de trabalho;
  • Tentar manter uma rotina.

Feito isso, é hora de providenciar as adaptações, sem precisar de uma reforma predial. E algumas dicas são:

1 – Escrivaninha como mesa de apoio da cama

Seja por falta de espaço ou porque o profissional não deseja olhar para o “escritório” quando estiver na cama, uma boa dica é colocar uma mesa de trabalho no lugar de uma mesa de apoio.

Essa ideia aproveita melhor o espaço disponível e evita que a pessoa tenha contato visual com papéis, computador e outros itens em seus momentos de descanso.

2 – Espaço definitivo de trabalho

Para quem definitivamente trabalha dessa maneira e não pretende voltar a trabalhar fora de casa, uma boa dica é dedicar uma parede toda para o espaço de trabalho.

Pode ser na sala ou no quarto, no entanto, é importante lembrar que, se for um local definitivo, precisa ser em um ambiente silencioso onde o profissional possa se concentrar.

Uma boa ideia é dispor uma mesa que ocupe toda a largura de uma das paredes. 

Dessa forma, é possível organizar todos os materiais de trabalho, como computador, impressora, papéis etc.

Para deixar o espaço ainda mais confortável, usar papel de parede vinílico é uma boa dica, pois ele deixa o ambiente mais bonito para o dia a dia de trabalho.

3 – Móveis confortáveis

Os móveis precisam ser ergonômicos, isto é, que otimizem o bem-estar do colaborador. 

Por isso, se o orçamento estiver um pouco apertado, invista pelo menos em uma boa cadeira, para que sua coluna não seja prejudicada.

4 – Ambiente menos poluído

Lembre-se de que o escritório vai dividir espaço com a sala ou quarto, por isso, quanto mais organizado ele for, menos poluição visual ele causa.

Conclusão

Transformar um espaço em escritório para o trabalho auxilia na concentração nas tarefas e também em outros momentos, como na hora de ler um livro ou estudar.

É uma maneira de aproveitar todo o conforto do lar para melhorar a produtividade em qualquer atividade, com um home office muito agradável.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

O que a sua empresa pode melhor absorver do home office?

O home office sofreu um crescimento acelerado nos últimos meses, devido à pandemia do novo coronavírus. Mas o fato é que essa modalidade de trabalho já era uma tendência e acabou se concretizando antes do previsto.

Apesar das empresas terem de se adaptar rapidamente a essa nova realidade, ela acabou trazendo mudanças positivas e ampliando a capacidade de trabalho das empresas e das pessoas.

Por isso, neste artigo, vamos falar um pouco sobre o home office e o que as empresas podem aprender de positivo com esse modelo de trabalho.

Como funciona o home office?

Quem atua com home office, trabalha em casa ou em espaços alternativos, com cafés e coworking. É uma modalidade comum com entre freelancers, autônomos ou empresas que adotam esse modelo, como no caso de muitas atualmente.

É uma boa escolha para quem está começando o próprio negócio e não quer usar a fórmula tradicional de trabalho. A vantagem é que essa opção traz muitas vantagens, como:

  • Independência;
  • Menos estresse;
  • Alimentação mais saudável;
  • Liberdade profissional;
  • Qualidade de vida;
  • Mais economia para a empresa.

Mesmo em meio a tantos benefícios, algumas empresas enfrentam seus desafios, afinal, boa parte delas ainda está se adaptando. E é isso o que trará muitos aprendizados para as organizações.

Aprendizados positivos do home office

Tantos desafios frente à essa nova realidade, trouxeram muitos aprendizados para as organizações. Por exemplo, se antes elas podiam contar com salas para treinamento, hoje não é mais necessário, por conta do distanciamento social.

No entanto, podem fazer suas atividades de maneira remota, usando alguns softwares que, inclusive, são encontrados gratuitamente. Mas dentre os pontos positivos que podem ser absorvidos estão:

1 – Fluidez na comunicação

A comunicação é algo importante para qualquer empresa, por diversos motivos, tais como:

  • Alinhar as equipes;
  • Organizar o fluxo de trabalho;
  • Atingir metas e objetivos;
  • Garantir a qualidade dos processos.

Só que para conseguir mais fluidez, é importante se atentar a alguns pontos necessários para qualquer organização, desde aquelas que fabricam equipamentos para impressão de fotos digitais, até os mais variados tipos. Por isso é importante:

Criar uma rotina de diálogo

A empresa deve garantir que nenhum colaborador se sinta excluído ou sozinho. 

É necessário desenvolver um planejamento de ações para manter essa proximidade, para uma comunicação constante e natural.

Uma rotina de reuniões é uma boa dica, e elas devem ser feitas com uma periodicidade mais próxima possível das que eram feitas pessoalmente.

2 – Suporte sempre disponível

Assim como o home office é uma novidade para algumas empresas, também é uma novidade para os colaboradores. Por isso, é natural que ele precisem de suporte mais vezes do que o normal.

Eles não poderão contar com recursos como equipamentos de telão home theater, infraestrutura de apoio ou outras disposições que as organizações costumam oferecer. 

Tudo isso será adaptado a um novo formato, estando cada funcionário em um local diferente, neste caso, em suas respectivas residências.

O suporte também pode ser feito à distância, e para isso, a empresa pode optar pelos feedbacks constantes e criar um canal de comunicação exclusivo para ajudar os colaboradores.

Conclusão

Adotar essas estratégias é uma ação muito positiva para as empresas, pois elas podem continuar produzindo, sem colocar em risco a saúde de todos os seus profissionais.

Além disso, a experiência com o modelo de trabalho home office vai expandir a capacidade de organização da empresa, oferecer a ela uma modalidade mais econômica e torná-la mais resiliente frente eventuais desafios.

É uma forma de estar preparado para essas situações e ter a oportunidade de oferecer maturidade e crescimento aos colaboradores, que também estão descobrindo capacidades que não conheciam.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Projetos de lei pedem a redução obrigatória das mensalidades da rede privada de ensino diante da contingência pelo coronavírus

Proposta é válida para os ensinos fundamental e médio e os descontos seriam de, no mínimo, 30%

O mês de fevereiro ficou marcado em todo o mundo pelo início das infecções causadas pelo novo coronavírus na China. Pela segurança de todos, desde meados de março, diversos estados brasileiros impuseram o isolamento social e a quarentena para tentar reduzir as chances de disseminação da doença.

Serviços e estabelecimentos considerados essenciais, como coleta de lixo, delivery, agências bancárias, supermercados, padarias e aqueles relacionados à saúde, puderam se manter em funcionamento. As demais instituições foram temporariamente suspensas.

As atividades escolares estão entre aquelas que foram paralisadas, tanto na rede pública quanto na privada, e há países, como os Estados Unidos, que até chegaram a cancelar as aulas até o final do ano letivo.

Situação no Brasil

Alguns governos chegaram a propor o sistema de aulas virtuais para os alunos das redes públicas de ensino e ainda estão avaliando como seria a dinâmica diante do cenário vivido em todo o mundo e do fato de que nem todos os estudantes têm acesso à Internet banda larga.

Nas escolas privadas, o ensino a distância se tornou uma alternativa para manter os alunos ativos, enquanto algumas instituições decidiram antecipar as férias de julho para abril, a fim de minimizar os efeitos da quarentena no calendário letivo.

O senador Rogério Carvalho (PT-SE) apresentou o projeto de lei PL 1.163/2020 que obriga as instituições de ensino fundamental e médio da rede privada a darem descontos de, no mínimo, 30% em suas mensalidades durante o período de quarentena.

Notícia divulgada no site do Senado indica que as universidades particulares também seriam afetadas, desde que não consigam desenvolver atividades remotas, e o projeto prevê multa às instituições que não cumprirem a proposta.

Oposição em relação ao desconto

O projeto segue para votação e causa polêmica, já que entidades representantes das instituições de ensino criticaram a proposta e alguns colégios destacam que não conseguem diminuir o valor da mensalidade por conta da tecnologia que precisam empregar para manter o ensino a distância.

Se para algumas é inviável, há escolas que por si só optaram por dar descontos às famílias ao entenderem que este é um momento difícil e que afetou a renda de muitos.

Redução das mensalidades na capital paulista

O deputado estadual Rodrigo Gambale também apresentou proposta na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) para tornar obrigatória a redução proporcional da mensalidade escolar durante o Plano de Contingência do Estado para conter a COVID-19. Sob o número 203/2020, o projeto de lei foi publicado no dia 3 de abril e segue em tramitação.

Em entrevista ao portal UOL, Rodrigo Gambale afirmou que a proposta foi feita levando em conta a perda de renda das famílias e não o fato de que as escolas não estão funcionando ou trabalhando, pois, segundo ele, “os pais de família não estão tendo condições de pagar”.

A União Nacional dos Estudantes (UNE) também defende que as instituições deem descontos nas mensalidades, sem especificar a porcentagem por julgarem que cada escola e universidade tem uma realidade individual.

Para Iago Montalvão, presidente da UNE, deve existir um subsídio do governo ou isenção fiscal para que os salários dos professores e demais profissionais das instituições de ensino não sejam prejudicados durante o momento sensível de isolamento social que vivemos.

Diminuição do ano letivo

No dia 1 de abril, o governo federal publicou a Medida Provisória (MP) 934/2020 que dispensa as instituições de ensino básico e universitário a cumprirem o mínimo de 200 dias letivos, determinado pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação, embora mantenha a carga horária de 800 horas/aula por ano.